Cobertura Festival do Rio - the end

Fomos então no penúltimo filme que veríamos no Festival do Rio: Impulsividade (Thumbsucker, no original). Filminho interessante: muleque de uns 17 anos ainda chupa o dedo, e não consegue parar, até que seu dentista maluco (Keanu Reeves, por sinal) o hipnotiza e ele não consegue mais chupar o dedo. Mas aí o muleque vai ficando meio transtornado, e nego na escola começa a dar Ritalin pra ele, ele fica pior ainda (mas vira CDF), enfim, mó viagem. O filme tem uns outros atores conhecidos também (mas nem tanto que me façam lembrar seus nomes). Divertido. Nota 3.

O último filme era o mais esperado: Flores Partidas (Broken Flowers, dãh!), do Jim Jarmusch, com o foda do Bill Murray no papel principal. A história: homem de meia-idade solteirão que costumava pegar geral descobre que pode ter tido um filho com uma de suas namoradas de 20 anos atrás, e é convencido pelo vizinho maluco a ir atrás delas. Eu não gostava do diretor, depois da merda daquele Café e Cigarros, mas nesse filme ele estava mais normal. O problema é que o filme não decide se vai ser drama ou comédia. Ou melhor, se vai ser um drama engraçado ou uma comédia dramática. Mas o Bill Murray salva o filme, apesar de fazer o mesmo personagem do Encontros e Desencontros (trocando a Scarlet Johanson pela Sharon Stone). Nota 3 também.

Ah, tem outro filme que vi em casa, mas tava no Festival também: Quem é morto sempre aparece (tradução tosca para The Big White). Esse é bem legal, apesar de ser mega cópia do Fargo. Não me lembro quem é o diretor, mas é com o Robin Williams. Nota 2,5.

Deixe um Comentário

Seu e-mail nunca será compartilhado. Campos obrigatórios são marcados com *

*
*