Cobertura Festival do Rio - parte 1

Começou esta semana o Festival de Cinema do Rio. Quatrocentos e caralhada filmes nesta edição. Após algum tempo na fila do Estação Unibanco, comprei minha penca de ingressos para uma porrada de filmes “cabeça” de nomes esquisitos. Já sinto minha barba crescer.

Hoje então fui no primeiro, com minha adorável namorada (e cúmplice). Eros era o nome da peça. Três histórias sobre amor e sexo por três diretores diferentes, o do meio era o Steve (ou é Steven?) Sodebergh e os outros dois aqueles que você nunca ouviu falar mas o Rio Show diz que são o ó do borogodó. Ah, e tinha o carinha que fez o Chaplin também. Enfim.

Longa história curta: parafraseando o sábio, numa escala de 0 à 10, sendo 10 o pior possível, este filme é definitivamente nota 1000!

A primeira história era filmada em inglês, mas exibida dublada num italiano tosco com legendas em português. Porra! Dublar um filme que vai ser legendado!! Tinha que ter patrocínio da Petrobrás essa merda pra neguinho gastar tanto dinheiro assim, inutilmente.

A segunda história (com o Chaplin) até era legalzinha. A terceira não posso tecer comentários pois dormi assim que a chinesinha parou de masturbar seu alfaiate.

Começamos então com o pé esquerdo, mas os próximos filmes selecionados prometem… pelo menos as notas deles no IMDB são bem altas, o que não costuma falhar.

PS.: repararam como a diferença entre “Chaplin” e “Chapolin” é apenas um singelo “o“? Coincidência?? hum…

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