Primeiro, as explicações básicas para os mais leigos (e/ou aqueles que estiveram em outro planeta nos últimos 12 meses): o Firefox é um browser (ou navegador, como queiram) de código aberto, desenvolvido por milhares de pessoas ao redor do mundo sob a égide da Fundação Mozilla, e distribuído gratuitamente. Roda em vários ambientes operacionais, incluindo todos os sabores recentes do Windows, Linux e Mac OS. É também muito mais rápido do que a maioria dos navegadores concorrentes, possui muitos recursos inovadores (como navegação em abas, Live Bookmarks, etc), e, o principal, é MUITO mais seguro contra as pragas virtuais que assolam a grande rede. Em suma, aposente seu Internet Explorer e instale logo o Firefox.
A Microsoft, que antes dominava completamente o mercado de navegadores (o IE tinha literalmente 99% do market share), vem perdendo terreno gradativamente desde o lançamento do Firefox. Da última vez que eu vi o IE estava com 85% e o Firefox já tinha cruzado a linha dos 10%. Pode parecer pouco, mas é coisa à vera. Tanto que a Microsoft resolveu dar uma repaginada no IE (que não ganhava um update há mais de 2 anos, e ainda conta com mais furos de segurança do que um queijo suíço).
Mas é claro que a Microsoft, sendo quem é, tinha que fazer merda: o IE7 (a nova versão) só estará disponível para usuários do Windows XP com SP2 (o que é compreensível, visto que este é a única versão do Windows com segurança quase aceitável). Com isso, os usuários de Windows 98 e 2000, que são a imensa maioria no mundo (principalmente no meio corporativo) só poderão usufruir de um navegador rápido, seguro e moderno se gastarem uma baba fazendo upgrade para o Windows XP (se seus computadores aguentarem o monstro, claro) ou terão como alternativa o Firefox, gratuitamente. Adivinha qual caminho esse pessoal todo irá seguir?
Pois é, a não ser que a Microsoft mude alguma coisa, ela estará contribuindo para a popularidade do Firefox crescer exponencialmente…









